Indústrias do Amazonas que usam lenha, serragem ou outros resíduos vegetais para gerar energia têm um roteiro para informar de onde vem o combustível e quanto consomem. O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas divulgou na sexta-feira (6) as orientações para o plano de suprimento florestal desses empreendimentos.
Uma olaria que queima lenha no forno, por exemplo, deve identificar os fornecedores, registrar o consumo por dia, mês e ano e descrever como armazena o material. O formulário também pede informações sobre os equipamentos e a capacidade do pátio de estocagem.
Para quem vai começar uma atividade sujeita à exigência, o plano integra o pedido de licença ambiental. Uma empresa que já opera com licença válida deve apresentá-lo na renovação, segundo o Ipaam. O modelo prevê acompanhamento por responsável técnico e documentação da procedência dos insumos.
Fotografia de arquivo sob CC BY-SA 2.0.
Fontes consultadas
Com informações de Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, Agência Amazonas, Ipaam, termo de referência do plano para fins energéticos. Consulta em 7 de novembro de 2026.
